A política de visto da grande maioria dos países estrangeiros costuma ser um
empecilho no caminho dos intercambistas, que muitas vezes são impedidos de exercer
um trabalho ou de estender o seu tempo de permanência no exterior.
A boa notícia, é que um dos destinos europeus cada vez mais requisitados para fazer
intercâmbio reviu a sua política de visto. O motivo? Eles acreditavam que a política
antiga prejudicava o potencial de estudo e trabalho do país. É por isso que Malta, vai
agir diferente.
Agora, o processo de entrada no país ficou mais fácil, devido à modificações em
algumas regras de visto para estudantes. A finalidade dessa mudança é facilitar a
entrada de estudantes vindos de países de fora da Europa, seja para estudar ou até
mesmo para trabalhar. Malta é a materialização do sonho de morar em uma cidade
europeia, vibrante, com paisagens exuberantes e de quebra, estudar em escolas de
inglês de excelente qualidade.
A política antiga, devido à limitada representação consular do país, favorecia
estudantes que possuíam o domínio da língua inglesa em um nível já bastante
avançado. Agora, a nova política vai beneficiar a entrada de novos estudantes, com
níveis diversos de inglês, e permitir que tais estudantes consigam obter um visto de
trabalho, a fim de que permaneçam no país por mais tempo, produzindo, crescendo e
ganhando dinheiro, de maneira legal.
As regras de visto para trabalho mudam conforme o tipo de curso de cada estudante.
A nova política é válida para todos os estudantes que estejam matriculados em cursos
no país de no mínimo 12 semanas. Para este caso, a carga horário de trabalho não
poderá ultrapassar 20 horas semanais e o visto permitido se chama Schengen Short-
Stay Visa. Lembre-se: o visto concedido neste caso, é um visto diferente de um visto de
trabalho convencional. Por isso, os alunos que pretendem estender a estadia no país
devem solicitar uma prorrogação de permanência e um novo visto.
Porém, para os matriculados em cursos de educação superior, as regras mudam um
pouquinho. Ao invés de três meses, os estudantes só poderão trabalhar quando
completarem 1 ano em território Maltês. Para os alunos que se encaixam nesta
situação, o visto se chama National Long Stay Visa (D-Visa). Uma vez obtendo este
visto, o estudante ganha permissão para múltiplas entradas no país dentro de um
período de 180 dias.
Resumidamente, as condições de trabalho para estudantes são:
– Curso com duração superior a 12 semanas;
– Início de trabalho após 12 semanas;
– Jornada de trabalho de 20 horas semanais;

– Nos primeiros 14 dias assim que chegarem em Malta, os estudantes deverão solicitar
uma extensão de visto;
– O estudante só poderá procurar um emprego após ter o visto aprovado;
– O visto será válido para o mesmo período de estudos ou igual a 365 dias, podendo
ser renovado após o vencimento;
Essa permissão favorece além da experiência como profissional em um outro país,
uma possibilidade muito bem vinda de ajuda de custos. Além disso, o governo
apresenta a possibilidade como um incentivo para a inserção do estudante no
mercado de trabalho Maltês, para que assim, o estudante possa contribuir com a
economia local e até mesmo aplicar e desenvolver o conhecimento adquirido no
período dedicado ao estudo. A intenção de Malta com essa mudança é reter os
talentos por lá e incentivar o desenvolvimento daqueles que realmente desejam e tem
potencial para fortalecer o mercado de trabalho local. Antes dessa mudança, somente
estudantes que faziam parte da União Europeia eram incentivados a permanecer no
país e encontrar um trabalho.
Malta, atualmente, oferece excelentes cursos de inglês de qualidade reconhecida e
ainda possui a vantagem de ter um custo de vida baixo. O povo é acolhedor, as
paisagens são belíssimas e o clima é pra lá de agradável.
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